Ministra do Ambiente pede maior responsabilidade na exploração dos recursos naturais

26/07/2012 12:34 (Ambiente)

A ministra do Ambiente, Fátima Jardim, pediu esta segunda-feira em Caxito, maior responsabilidade na exploração dos recursos naturais, sobretudo as empresas exploradoras de inertes na província do Bengo.


A ministra do Ambiente, Fátima Jardim, pediu esta segunda-feira em Caxito, maior responsabilidade na exploração dos recursos naturais, sobretudo as empresas exploradoras de inertes na província do Bengo.

A governante fez este apelo na cerimónia de apresentação de um estudo de avaliação ambiental na comuna das Mabubas, município do Dande, província do Bengo.

Na ocasião, Fátima Jardim advertiu as empresas exploradoras de inertes que não cumprem com as suas obrigações, que doravante o Ministério do Ambiente e o governo da província do Bengo serão mais actuantes.

“Aos que querem insistentemente prevaricar nós vamos actuar. Já fizemos o levantamento, o estudo (de avaliação ambiental) está bem feito, desde já felicitamos a equipa que o fez. Agora, em função do estudo, vamos dar continuidade a aplicabilidade da lei, levaremos as preocupações a nível central para que do ponto de vista multissectorial esta questão seja tratada”, disse a ministra do Ambiente.

Revelou que foi feito uma auditoria conjunta relativamente a extração de inertes e o seu pelouro tem noção do que fazer.

Segundo a ministra foram deixados alertas as empresas que não foram cumpridos, pelo que o governo do Bengo e o Ministério da Ambiente não vão deixar mais alertas.

“Vamos actuar, vamos intervir, porque já aqui fizemos um trabalho preliminar e teríamos dito que não há possibilidade de nas zonas onde habitam populações ter extracção de inertes e prejudicar a saúde pública”, afirmou Fátima Jardim.

A ministra manifestou o seu apreço pelo empenho e esforço do governo da província do Bengo, em prol da melhoria das condições de vida das populações.

“Essa é uma província essencialmente de riqueza natural, com espécies típicas que não se encontram em mais nenhuma parte de Angola. É também uma província que tem particularidades para poder ter várias áreas de conservação”, destacou.

 

Fonte: Angola Press, 24 de Julho de 2012




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