Ministério do Ambiente
Ambiente

Ameaça à vida selvagem vai tomar outro rumo em Angola

O secretário de Estado do Ambiente, Joaquim Manuel, falou por ocasião do Dia Africano do Ambiente e do Dia Mundial dos Animais Selvagens, assinado no último sábado 3 de Março.

Joaquim Manuel referiu que as espécies de médio e grande porte tem vindo a declinar as suas populações nos últimos anos.

Na mensagem do secretário de Estado, que saudou  também o Dia da activista ambientalista queniana  Wangari Maathai, assinalado, de igual modo, a 3 de Março, disse que tal declínio, é superior, actualmente, se comparado com as populações de há 20 anos, tudo devido à caça furtiva, tráfico de espécies selvagens, bem como a perda dos seus habitats naturais.

Para tal, acrescentou, o Governo angolano acabou de elaborar a nova estratégia sobre a biodiversidade 2018/2022, com o objectivo de mudar este quadro.

O Ministério do Ambiente, nesta senda, tem vindo a criar parcerias para a sua implementação, bem como reforçar a fiscalização em todo território nacional, com o aumento de meios técnicos avançados e pessoal capacitado nas áreas de conservação e nos pontos de controlo fronteiriço.

Estás acções, de acordo com o secretário de Estado do Ambiente, vão integrar outros sectores para a efectiva protecção da biodiversidade em Angola.

O controlo da entrada e saída de produtos geneticamente modificados, que também é uma ameaça para a biodiversidade p a perpetuação das espécies autóctones.

" Quando as espécies se tornam ameaçadas, é um sinal de que os ecossistemas não estão funcionando adequadamente", sublinhou, acrescentando serem muitos os desafios, bem como a vontade de superá-los.

O Dia 3 de Março de 2018,é celebrado sob lema" Grandes Gatos: Predadores sob Ameaças", sendo um tema escolhido pelas Nações Unidas, para capturar a atenção do mundo.

Hoje, os grandes gatos, incluem a nível mundial, leão, tigre, leopardo, puma, jaguar, chita e outros sob ameaças.

A população dos grandes gatos estão a declinar à ritmo alarmante devido à perda de habitats naturais, pressões, conflitos, bem como a caça furtiva e comércio ilegal.